segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

ProUni concedeu 16.309 bolsas a estudantes de MS em seis anos


No País, já foram concedidas 1 milhão de bolsas. As inscrições para o Programa Universidade para Todos ocorrem duas vezes por ano, uma a cada semestre

O ProUni (Programa bolsas-a-estudantes-de-ms-em-seis-anos#" rel=nofollow>Universidade para Todos) já concedeu 16.309 bolsas de estudo em Mato Grosso do Sul, de um total de 1 milhão em todo o País.

Segundo o MEC (Ministério da Educação), o ProUni foi criado em 2004 e a partir do ano seguinte passou a beneficiar com bolsas de estudos integrais e parciais (50% da mensalidade) estudantes de cursos de graduação em instituições privadas.

Para receber as bolsas integrais, os candidatos não podem ter diploma de curso superior e devem comprovar renda familiar de até 1,5 salário mínimo por pessoa, entre outros requisitos. Já para as bolsas parciais, uma das condições é que o candidato tenha renda familiar de até três salários mínimos por pessoa.

Os alunos que recebem bolsa integral do ProUni podem ainda se beneficiar da Bolsa Permanência, no valor de R$ 360 para auxiliá-los em suas despesas educacionais, desde que seus cursos sejam presenciais, de no mínimo seis semestres de duração e tenham carga horária média igual ou superior a 6h/dia de aula.

Os alunos que recebem bolsa parcial do ProUni, por sua vez, têm a possibilidade de financiar a outra parte da mensalidade por meio do Fies (Financiamento Estudantil ).

Seleção - As inscrições para o ProUni ocorrem duas vezes por ano, uma a cada semestre. Atualmente, participam do Programa 1.321 instituições de educação superior, de 1.354 municípios brasileiros.

Até o segundo semestre de 2011, foram concedidas pelo ProUni 919.603 bolsas de estudos, sendo 67% delas integrais e 33% parciais. Desse total, 202.272 alunos já concluíram sua graduação como bolsistas, de acordo com o MEC.

Este ano - O prazo para a primeira seletiva de 2012 do ProUni encerrou-se na última quinta-feira (19) com recorde de inscritos: 1.208.398.

Os estudantes concorrem a 195.030 bolsas de estudos, sendo 98.728 integrais e 96.302 parciais, em 1.321 instituições particulares de educação superior do Brasil. Com o primeiro processo seletivo de 2012 o Programa atinge a marca de 1 milhão de bolsas de estudos distribuídas no País.

Siufi é contra aluguel e defende saída dos vereadores do atual prédio da Câmara





Presidente da Câmara prefere improvisar e reformar prédio para receber novos vereadores






O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Paulo Siufi (PMDB), aguarda uma decisão do prefeito Nelson Trad Filho (PMDB) sobre o que fazer para resolver o problema com a falta de lugar para acomodar os oito novos vereadores que vão chegar a Casa em 2013. Porém, já tem uma posição: é contrário a ideia de alugar um imóvel para acomodar os novos colegas.



Siufi revela que próximo ao prédio da Câmara não há nenhum imóvel livre para ser alugado. Além disso, considera que o valor de um aluguel acaba ficando maior do que o financiamento de um prédio. “O valor de um financiamento às vezes é menor do que o aluguel. Então, é melhor pagar a prestação da minha casa”.



O presidente da Câmara acredita que a melhor solução seria sair do prédio atual. “Temos que sair de lá. Ficou fora de mão. Não tem sala de imprensa, de informática. Não tem nada. Ninguém quer mordomia, mas condições ideais de trabalho”. Para resolver o problema de falta de tempo para a construção, já que os oito vereadores já começam a trabalhar em janeiro, Siufi defende a improvisação no prédio atual para acomodar os novos colegas.





Siufi, que é pré-candidato a Prefeitura de Campo Grande, diz que se for prefeito vai construir um novo prédio para a Casa. “Se eu for eleito prefeito vou ter coragem e fazer uma Câmara decente e à altura da população. Seja fazendo parceria com bancos. Tem tanta coisa que se pode fazer”.
Processo - A proprietária do prédio da Câmara na avenida Ricardo Brandão, Haddad Engenheiros Associados Ltda, cobra R$ 11 milhões do aluguel que a Prefeitura teria deixado de pagar desde 2005. A Justiça chegou a solicitar o despejo dos vereadores do prédio, mas a Prefeitura conseguiu uma liminar que suspendeu o despejo.



A polêmica entre a Câmara e os proprietários começou quando o valor do aluguel, que era de R$ 35 mil, foi considerado abusivo pelo MPE (Ministério Público Estadual). Em 2001 uma liminar reduziu o pagamento para R$ 15 mil. Entretanto, desde 2005 a Câmara não deposita os valores.
A Haddad alega que o valor do aluguel deveria ser de R$ 90 mil. A Prefeitura chegou a publicar um decreto de desapropriação do prédio, mas não efetivou, pois não chegou a um acordo quanto ao valor do prédio com os proprietários, que também não desejam vender o imóvel.



Delcídio minimiza racha com PMDB e avalia insatisfação como pessoal





O senador Delcídio Amaral (PT) não acredita que o PMDB deve romper com o PT por causa da indicação de Pedro Teruel a superintendência da Funasa (Fundação Nacional da Saúde) em Mato Grosso do Sul. O senador entende que a insatisfação do deputado Geraldo Resende (PMDB) com a saída de Flávio Britto é motivada mais por questões pessoais.


“É lógica, do processo, e não é nada fora do scripti. Até porque no Mato Grosso do Sul o PMDB apoiou o Serra (candidato a presidência pelo PMDB, José Serra). Como manter alguém que representa o PMDB que apoiou o Serra. Respeito a opinião do Geraldo. Acho que deve ter os motivos deles. Mas, é absolutamente natural. Não tem nenhuma atitude inadequada do partido ou do Governo, que cumpre acordo. Isso é cristalino, transparente”.


Delcídio explica que no primeiro ano a presidenta Dilma Rousseff (PT) mexeu pouco no Governo e agora as coisas vão se ajustando. Delcídio ressalta que Pedro Teruel é bastante respeitado e já foi convidado para vários cargos, mas optou por ficar em Mato Grosso do Sul.


O senador acredita que a indicação de Teruel é muito importante para o PT, que demonstra força. Entretanto, lembra que Teruel precisa fazer uma boa gestão para a sociedade. Delcídio revela que os trabalhos no Senado Federal voltam na semana que vem e o próximo passo do partido é a indicação do ex-deputado Amarildo Cruz para o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Porém, avalia que a indicação pede prudência. Delcídio pondera que o cargo é de grande responsabilidade e a indicação deve passar por várias conversas, inclusive com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.